Home Futebol Raphinha é esperado para oitavas, mas lesão abre disputa entre Luiz Henrique, Rayan e Endrick

Raphinha é esperado para oitavas, mas lesão abre disputa entre Luiz Henrique, Rayan e Endrick

Ancelotti testa três opções para o compromisso contra a Escócia na fase de grupos

Douglas Nunes
Formado em Jornalismo e com especialização em jornalismo esportivo, Douglas é jornalista há mais de 10 anos. Trabalhou com assessoria na Escola Zico e no Audax-RJ, além de ter sido repórter do Grupo O Dia. Está no mercado de iGaming desde 2016.
Raphinha é esperado para oitavas, mas lesão abre disputa entre Luiz Henrique, Rayan e Endrick

Raphinha pela seleção. Foto: Brian Fisher/CSM/Alamy Live News

A lesão de Raphinha trouxe uma preocupação importante para a Seleção Brasileira em plena disputa da Copa do Mundo de 2026. No entanto, após os primeiros exames, o cenário deixou de ser alarmante e passou a gerar um moderado otimismo nos bastidores da equipe comandada por Carlo Ancelotti.

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O atacante sofreu uma lesão muscular na parte posterior da coxa direita durante a vitória sobre o Haiti e já iniciou tratamento intensivo nos Estados Unidos. Embora o problema o afaste das próximas partidas do Brasil, a expectativa da comissão técnica é contar novamente com o jogador caso a equipe avance às fases eliminatórias do torneio.

Enquanto Raphinha trabalha para retornar aos gramados, Carlo Ancelotti precisa encontrar uma solução imediata para o setor ofensivo.

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Brasil trabalha para recuperar Raphinha durante a Copa

Os exames realizados após a partida confirmaram a lesão muscular, mas afastaram a possibilidade de um problema mais grave. Por isso, a comissão técnica optou por manter o atacante integrado à delegação.

Internamente, a CBF trabalha com um prazo de recuperação próximo de duas semanas. Caso a previsão seja confirmada, Raphinha ficará fora do duelo contra a Escócia, marcado para a próxima quarta-feira, além de uma possível partida da primeira fase seguinte.

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A expectativa é que ele possa voltar a ficar disponível em uma eventual disputa das oitavas de final.

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Outro fator que aumentou o otimismo foi a reação do jogador nas horas seguintes à lesão. Segundo informações da delegação brasileira, Raphinha acordou sem dores significativas, e os resultados dos exames foram considerados positivos dentro do quadro clínico apresentado.

Mesmo assim, existe cautela. Afinal, esta já é a quinta lesão registrada na mesma coxa direita desde setembro de 2025, um histórico que exige atenção especial do departamento médico.

Luiz Henrique e Rayan aparecem como favoritos

Com a ausência de Raphinha, Carlo Ancelotti avalia alternativas para a ponta direita do ataque brasileiro.

Neste momento, Luiz Henrique e Rayan surgem como os principais candidatos à vaga. Luiz Henrique já conhece bem o sistema do treinador italiano. O atacante foi titular em quatro partidas sob o comando de Ancelotti e possui características semelhantes às de Raphinha, principalmente pela capacidade de dar amplitude ao ataque e participar da recomposição defensiva.

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Por outro lado, Rayan ganhou força após a partida contra o Haiti. Foi justamente ele quem entrou em campo após a saída de Raphinha e deixou boa impressão na comissão técnica.

O próprio Ancelotti explicou a escolha durante entrevista após a partida.

“Coloquei Rayan porque mostrou boa qualidade e tem um perfil diferente do Raphinha. São pequenos detalhes que determinam a entrada de um ou outro jogador. Por pequenos detalhes escolhi o Rayan.”

Nas atividades realizadas antes do confronto com o Haiti, o treinador já vinha alternando os dois jogadores pelo lado direito do ataque, demonstrando que ambos fazem parte dos planos para os próximos compromissos.

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Endrick corre por fora na disputa

Outro nome que aparece como opção é Endrick. Entretanto, o jovem atacante larga um pouco atrás na concorrência.

Apesar de já ter atuado aberto pelo lado direito em alguns momentos da carreira, principalmente no Palmeiras e posteriormente no Lyon, o atacante tem características diferentes das exigidas por Ancelotti para a função.

O camisa 9 costuma atuar mais próximo da área adversária, realizando diagonais em direção ao gol e buscando finalizações. Além disso, seu rendimento costuma ser melhor quando atua centralizado, sem a necessidade de acompanhar constantemente os laterais adversários.

Nos treinamentos recentes da Seleção, Endrick foi utilizado principalmente pelo centro do ataque, enquanto Luiz Henrique e Rayan disputavam espaço na faixa direita.

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Mesmo assim, o jovem segue prestigiado dentro do grupo. Recentemente, Danilo fez questão de destacar a importância do atacante para o futuro da Seleção Brasileira.

Retorno de Neymar amplia opções ofensivas

Além da disputa pela vaga deixada por Raphinha, Carlo Ancelotti recebeu uma notícia positiva nos últimos dias.

Neymar está recuperado da lesão na panturrilha e deverá voltar a treinar normalmente com o restante do elenco. O camisa 10, contudo, não disputa posição diretamente com os candidatos à ponta direita.

A tendência é que o craque seja utilizado em funções mais centralizadas, atuando como armador ou segundo atacante, oferecendo mais criatividade ao setor ofensivo brasileiro.

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Com isso, Ancelotti terá os próximos treinamentos para definir qual formação utilizará diante da Escócia, em uma partida que pode ser decisiva para o futuro da Seleção na Copa do Mundo.

Better Collective